12Dezembro2017

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8-Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento

Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimentoMuitos países em desenvolvimento gastam mais pagando juros de suas dívidas do que investindo em causas sociais. Ao ajudar a capacitação de profissionais que pensarão e negociarão as novas formas para conquistar mercados e tecnologias, abre-se um sistema comercial e financeiro não apenas para grandes países e empresas, mas para uma concorrência verdadeiramente livre entre todos.

O trabalho voluntário é quase sempre realizado em parceria. Um bom exemplo de parcerias são as realizadas entre escolas, em que professores e alunos compartilham idéias, espaço e muita criatividade em projetos de voluntariado educativo.

 

Estabelecendo uma parceria mundial para o desenvolvimento:

 

  • Elaborar programas de apoio à formação e capacitação técnica profissional dos jovens menos favorecidos, visando sua inclusão no mercado de trabalho, que podem ser desenvolvidos nas empresas, associações e comunidade. Capacitar para conceder igual capacidade de disputa por vagas no mercado de trabalho.
  • Apoiar programas de geração de novas oportunidades de absorção e recrutamento de jovens nas pequenas e médias empresas, assim como parcerias para a inclusão digital da população menos favorecida. A idéia é trazer a tecnologia até as pessoas, capacitá-las e prepará-las, para posterior inserção no mercado.
  • Elaborar programas de formação e disseminação das novas tecnologias, em especial, da informação, que promovam também a inclusão de portadores de deficiência. Levar as tecnologias a pontos acessíveis a todos e organizar cursos voltados para os portadores de deficiência, demonstrando como é possível sua inclusão digital.
  • Estimular programas que contemplem o empreendedorismo. O objetivo é organizar oficinas e cursos para ensinar à população como é possível sua auto-sustentabilidade.
  • Promover a inserção das comunidades carentes na cadeia produtiva, por meio de financiamento direto de suas atividades. Investimentos, empréstimos e micro-crédito são exemplos.
  • Escolher temas de interesse comum e promover encontros entre escola e comunidade e organizações sociais – é fundamental continuar aprendendo coisas novas sempre.
  • Organizar o grêmio da escola que pode desenvolver vários cursos como inclusão digital e geração de renda.
  • Divulgar o que já está sendo feito pela comunidade, no jornal da escola, do condomínio ou do bairro– nada melhor do que compartilhar experiências.
  • Convidar amigos, vizinhos, empresas e instituições a participarem. Enquanto o seu grupo faz uma ação, muitos outros também estão fazendo a sua parte. O sucesso de um projeto de voluntariado depende das pessoas envolvidas e das parcerias realizadas.
  • Não votar em candidatos que ofereçam, em troca de votos, favores como emprego, dinheiro, cestas básicas, consultas médicas etc.
  • Fiscalizar a atuação dos políticos, exigindo que eles cumpram as promessas de campanha.
  • Exercer o dever de cidadão, participando ativamente do planejamento da cidade – por meio do Orçamento Participativo, do Plano
  • Diretor ou dos Conselhos Municipais.
  • Participar de discussões e projetos em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), incentivando o engajamento de outras pessoas, organizações e empresas.
  • Formar parcerias com setor público, empresas, associações e conselhos, a fim de resolver os problemas mais relevantes do bairro.
  • Sensibilizar o Conselho de Bairro (associação de moradores) para que reivindique o acesso a medicamentos seguros e a preços acessíveis.
  • Sensibilizar o Conselho de Bairro para que reivindique o acesso à Internet e a outros meios de comunicação, além de se disponibilizar para projetos de inclusão digital voltados para jovens em situação de desvantagem social.
  • Promover ações voluntárias na comunidade, contribuindo para o desenvolvimento urbano e para o alcance dos Objetivos do Milênio.